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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

SALMO 91




SALMO 91

91.1 - “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará”

Para interpretar o primeiro versículo do Salmo 91é necessário responder a seguinte pergunta ( Sl 91:1 ): Quem habita no esconderijo do Altíssimo? A resposta está no decurso do próprio Salmo: “Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação” ( Sl 91:9 ).

Quando escreveu esta profecia, o salmista fez referência a alguém que, naquele exato momento estava residindo no esconderijo (lugar oculto) do Altíssimo, e que, no futuro haveria de deixar a habitação do Altíssimo, sendo necessário refugiar-se à sombra do Onipotente ( Jo 16:28 ).

Este é outro Salmo profético e messiânico, visto que o salmista deixa registrado algumas promessas para o Verbo de Deus que haveria de se fazer homem. O Altíssimo, sendo Senhor de tudo, deixou a sua glória e assumiu a condição de Filho sobre a sua própria casa ( Sl 47:2 ; Hb 3:6 ), uma vez que isto foi acordado na eternidade, como se lê: “Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho?" ( Hb 1:5 ).

O Salmo 91 complementa outros salmos. O Salmo 15 diz: “Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?” ( Sl 15:1 ). Como já analisamos em outros Salmos, somente Jesus andou em sinceridade, praticou a justiça e falou a verdade segundo o seu coração ( Sl 15:3 ). Somente o Cristo de Deus tem olhos capazes de desprezar o réprobo. Somente Ele pode honrar os que temem ao Senhor ( Sl 15:4 ).

O Salmo 24 diz: “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem estará no seu tabernáculo?” ( Sl 24:3 ). A resposta é clara e aponta para alguém em específico: “Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá do Senhor a bênção e a justiça do Deus da sua salvação” ( Sl 24:4 -5). Somente Jesus dentre os filhos dos homens foi limpo de mãos e puro de coração.

Qualquer homem que queira habitar com o Altíssimo precisa crer em Cristo conforme diz as Escrituras para que possa receber de Deus poder para ser feito filho de Deus ( Jo 1:12 ). Todos quantos forem criados de novo, em verdadeira justiça e santidade, ainda serão aqui neste mundo tal qual Cristo é ( 1Jo 4:17 ; 1Co 15:48 ). Ora, se somos tal qual Ele é neste mundo, habitaremos onde Ele habita, visto que, onde Ele estiver também estaremos "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" ( Jo 14:3 ).

O Salmo 91 é uma profecia que apresenta dois ‘momentos’ distintos pertinentes ao Verbo de Deus. À ‘época’ que o salmista profetizou, o Verbo de Deus estava habitando no esconderijo do Altíssimo, porém, quando o Verbo se fez carne precisou abrigar-se sob a sombra do Onipotente por estar despido de sua glória.

Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

Aquele que reside no lugar secreto do Altíssimo haveria de anunciar o nome de Deus aos homens, dizendo:“Ele é o meu Deus, o meu refugio, a minha fortaleza, e n’Ele confiarei” ( Sl 91:2 ). O escritor aos Hebreus cita o Salmo 18 para demonstrar que o próprio Filho disse por intermédio do salmista que haveria de colocar em Deus a sua confiança “E outra vez: Porei n’Ele a minha confiança” ( Hb 2:13 ; Sl 18:1 -2 ; Sl 56:4 ).

Enquanto na glória, o Verbo que se fez carne não precisava confiar, porém, após tornar-se participante da carne e do sangue, sujeito as mesmas tentações, porém, sem pecado, também precisou confiar inteiramente em Deus ( Hb 4:15 ).

O verso 2 do Salmo 91 é equivalente a introdução do Salmo 31, quando o salmista deixa registrado as últimas palavras do Messias: “Em ti, ó Senhor, me refugio; nunca seja eu envergonhado; livra-me pela tua retidão (...) Nas tuas mãos encomendo o meu espírito...” ( Sl 31:1 -5).

9.3-8 - “Porque Ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as Suas penas, e debaixo das Suas asas te confiarás; a Sua verdade será o teu escudo e broquel. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará próximo de ti. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios”

Nestes versos estão elencados alguns eventos que não atingiria o Primogênito de Deus quando fosse introduzido no mundo. As promessas de Deus elencadas nestes versos são específicas para o seu Filho.

“Porque Ele te livrará do laço do passarinheiro...” - O Filho do homem ‘certamente’ não seria pego nas armadilhas, por mais engenhosas que fossem. Quando inquiriram o Messias se era lícito pagar tributo a Cesar ( Mt 22:17 ), ou quando apresentaram a mulher pega em ato de adultério ( Jo 8:5 ), tais armadilhas não o enlaçaram “Armaram uma rede aos meus passos; a minha alma está abatida. Cavaram uma cova diante de mim, porém eles mesmos caíram no meio dela” ( Sl 57:6 ; Sl 56:5 ).

“...e da peste perniciosa” – O Filho de Davi era livre do pecado (a peste perniciosa), visto que Ele foi gerado de Deus ( Sl 2:7; 2Sm 7:14 ). Todos os descendentes da carne de Adão, ou seja, que entraram pela porta larga, foram contaminados pelo pecado (ou, vendidos ao pecado como escravos), porém, Jesus, o último Adão, é a porta estreita pela qual todos os homens que querem ser livres do pecado precisam entrar.

“Ele te cobrirá com as Suas penas, e debaixo das Suas asas te confiarás” – O Messias haveria de ser protegido, abrigado em segurança por Deus. “TEM misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque a minha alma confia em ti; e à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades” ( Sl 57:1 ).

“a Sua verdade será o teu escudo e broquel” – Em todos os ataques dos adversários, a Palavra de Deus (verdade) haveria de ser a defesa de Cristo. Diante dos escribas, fariseus e saduceus Jesus citou as Escrituras. Quando da tentação pelo diabo no deserto, Cristo utilizou a verdade das Escrituras como escudo e broquel (defesa).

“Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia” – O ‘terror de noite’, a ‘seta lançada durante o dia’, a ‘peste que se move na escuridão’ e a ‘mortandade que acomete ao meio-dia’ não amedrontou o Messias. Ele despojou-se de sua glória e majestade e em tudo se tornou semelhante aos seus irmãos ( Hb 2:17 ), porém, o medo que os homens detinham da morte e do pecado não o acometeu, visto que Ele nunca esteve sujeito a escravidão do pecado ( Hb 2:15 ).

91.7,8 - “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará próximo de ti. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios”

A queda de milhares estava prevista, pois tropeçariam na pedra de esquina, porém, não lançariam mão do Cristo "E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados" ( 1Pe 2:8 ).

O Cristo não precisaria fazer nada com relação aos ímpios, antes só olhar a recompensa deles ( Sl 56:7 ). Por quê? Porque Cristo escolheu o Senhor como refúgio, o Deus que tudo executa para o Messias ( Sl 57:2 –3). "E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo" ( Jo 12:47 ).

91.9 - “Porque Tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a Tua habitação”

Todas as promessas seriam levadas a efeito porque o Messias fez do Altíssimo o seu lugar de refugio. Este verso remete ao pensamento do verso 1: O Verbo habitava o lugar oculto do Altíssimo, porém, após ser introduzido no mundo como Primogênito de Deus, o Verbo encarnado passou a descansar na sombra do Onipotente ( Sl 57:1 ).

91. 10 – 13 - “Nenhum mal Te sucederá, nem praga alguma chegará próximo da Tua tenda. Porque aos Seus anjos dará ordem a Teu respeito, para Te guardarem em todos os Teus caminhos. Eles Te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o Teu pé contra uma pedra. Pisarás sobre o leão e a cobra; calcarás aos pés o leão jovem e o dragão”

Quando Jesus nasceu, muitas crianças foram mortas, porém, mal algum O atingiu. A sua família mudou-se para o Egito, e nenhuma praga acometeu a sua família terrena ( Mt 2:16 ). Aos anjos foi dado ordem acerca do Messias, para guardá-lo em todos os seus caminhos. Eles haveriam de amparar o Cristo para livrá-lo de todo mal ( Sl 57:3 ; Sl 56:13 ).

O diabo ciente de que as promessas da profecia deste Salmo faziam referência a Cristo, lançou mão dele para tentá-Lo. E o diabo disse: “Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo. Pois está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e eles te tomarão nas mãos, para que não tropeces nalguma pedra” ( Mt 4:6 ).

Observe que:


O diabo conhece as Escrituras;


Lançou duvidas acerca da filiação do Messias;


Estabeleceu um teste como prova da filiação;


Deu uma ordem com falso embasamento nas Escrituras;


Ele sabia que o cuidado de Deus estipulado no Salmo 91 para o Messias visava protegê-Lo de ataques direto dos anjos decaídos e dos homens maus ( Sl 56:5 ; Mt 2:12 e Mt 2:13 );


O diabo sabia que Deus não interfere nas decisões dos homens, e que, se Cristo decidisse pular, não seria socorrido.

Através da verdade (v. 4) que é escudo e broquel, Jesus respondeu: “Também está escrito: não tentarás o Senhor teu Deus” ( Mt 4:7 ). A confiança deriva do amor e da fidelidade de Deus ( Sl 57:3 b), atributos imutáveis, visto que ao prometer Ele se interpôs com juramento, segundo o seu conselho. Duas coisas imutáveis ( Hb 6:18 ).

O Messias estava descansado à sombra do Onipotente, ou seja, ciente da proteção divina em todos os seus caminhos e que não haveria de ‘tropeçar’. Porém, tal proteção não engloba forçar Deus agir.

Foi dado poder ao Filho do homem para andar entre o leão e a cobra. Acerca da serpente temos uma profecia no Gênesis: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e o seu descendente; este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” ( Gn 3:15 ).

Somos informados pelo Salmo 57 que os homens são comparáveis a bestas famintas, ou seja, leões “A minha alma está entre leões; estou deitado entre bestas famintas, homens cujos dentes são lança e flechas, e cuja língua é espada afiada” ( Sl 57:4 ).

Mesmo entre leões e áspides, o Messias permaneceu descansado (deitado), pois confiava em Deus.

91. 14 – 16 - “Porquanto tão encarecidamente Me amou, também Eu O livrarei; pô-Lo-ei num alto retiro, porque conheceu o Meu nome. Ele Me invocará, e Eu Lhe responderei; estarei com Ele na angústia; dela O retirarei, e O glorificarei. Fartá-lo-ei com longevidade de dias, e Lhe mostrarei a Minha salvação”

Como o Messias descansou (confiança), o Pai Eterno O livrou “Pois tu livraste a minha alma da morte, como também os meus pés de tropeçarem, para que eu ande diante de Deus na luz da vida” ( Sl 56:13 ).

Por ‘conhecer’ (união intima) o Pai, Cristo foi posto num alto retiro, ou seja, à destra de Deus nas alturas ( Sl 110:1 ; Jo 10:30 ). A palavra ‘conhecer’ tem dois significados na bíblia. Um dos significados é ‘ter ciência de algo’, ‘saber acerca de’, e o significado que este Salmo apresenta é de comunhão íntima.

Do mesmo modo que o Pai e o Filho são pessoas distintas, e, no entanto, são um ( Jo 10:30 ), todos quantos crerem no Filho são um com o Pai e o Filho ( Jo 17:21 -23).

Cristo haveria de invocar o Senhor ( Sl 56:1 ; Sl 57:1 ), e Deus haveria de respondê-lo. E como Deus haveria de respondê-lo? Não deixando o Cristo à mercê da angústia? Não! Deus não prometeu livrá-lo da angústia, antes prometeu estar com Ele durante o período da angústia. Para que Deus estivesse presente na angústia, necessariamente o Cristo deveria ser e foi angustiado "E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se" (Mc 14:33 ).

Como lemos nos evangelhos, Jesus clamou ao Pai no Getsêmani, porém, Ele foi angustiado até a morte, e morte de cruz "Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar" ( Mt 26:36 ). O Messias foi glorificado quando entregou ao Pai o seu espírito, momento em que o Pai O retirou da angústia “Em ti, ó Senhor, me refugio; nunca seja eu envergonhado; livra-me pela tua retidão (...) Nas tuas mãos encomendo o meu espírito...” ( Sl 31:1 -5).

O Cristo de Deus foi glorificado com a glória que Ele tinha antes de ser introduzido no mundo, e entrou no descanso do Pai até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés "E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse" ( Jo 17:5 ).

A promessa do Pai para o Filho é abundância de dias, longevidade, ou seja, vida eterna "Vida te pediu, e lha deste, mesmo longura de dias para sempre e eternamente" ( Sl 21:4 ). O Filho do homem viu a salvação de Deus “Tu és o mais formoso dos filhos dos homens e os lábios foram ungidos com a graça, por isso Deus te abençoou para sempre. Cinge a tua espada à coxa, ó valente; cinge-te de glória e majestade” ( Sl 45:2 -3).

A cerca de Deus que assumiu a condição de Filho o Salmo 45 declara, conforme atesta o escritor aos Hebreus:“O teu trono , ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de equidade. Tu amas a retidão e odeias a impiedade; portanto Deus, o teu Deus te ungiu com o óleo de alegria, mais do que a teus companheiros” ( Sl 45: 6 -7 ; Hb 1:8 ).

O Salmo 91 foi composto por Moisés, que o dedicou à tribo de Levi. Moisés penetra nas nuvens Divinas e foi envolvido na sombra do Todo-Poderoso, o Salmo começa: "Quem habita na proteção do Altíssimo, pernoita à sombra de Shaddai.......".

A importância de orar a Palavra.

O meio de nos comunicarmos com alguém é através do diálogo, e a oraçã0o é a chave para falarmos com Deus.

O que é oração?

Súplica, fala, diálogo com alguém que queremos nos comunicar, relacionar e conhecer. Portanto, aguarda-se também uma resposta.

A oração é um diálogo e não um monólogo.

Quantas vezes falamos com Deus e na hora da resposta não permanecemos em silêncio para ouvirmos o que Ele tem a nos dizer.

As crianças pequenas pedem muitas coisas as mães e na hora de servi-las, já não estão mais ali, já correram para brincar.

Somos crianças em relação a oração. Deus deseja nos responder, mas não temos paciência para nos aquietarmos em sua presença e aguardarmos a resposta.

O Salmo 91 fala de Deus como nossa proteção, como nosso abrigo e refúgio quando sentimos medo.

A fé do salmista no Deus Todo-Poderoso como protetor ajudou-o a atravessar todos os perigos e temores da vida.

Vamos trocar nossos temores pela fé em Deus.

O Salmo 91 é dividido em três partes.

De 1 a 4 ele apresenta Deus como Refúgio.

De 5 a 14 ele apresenta Deus como Protetor.

De 15 a 16 Ele apresenta Deus como Salvador.

V. 1- Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Habitar: ocupar como morada

A primeira condição para usufruirmos dessas promessas é habitarmos no esconderijo do Altíssimo. Só habita no esconderijo de Deus aquele que conhece e tem intimidade com Ele.

Somente o que confia em Deus pode obter descanso.

Como uma pessoa pode confiar em alguém se não a conhecer?

Entregaria você a chave de sua casa a um desconhecido?

Se você tiver intimidade com o Pai, Ele te diz que como as aves voam, assim Ele, Jeová dos exércitos te protegerá, protegendo e livrando, passando te salvará. (Isaías 31: 5)
Quando você está escondido em Deus os inimigos de tua alma não poderão te prejudicar.
Isso aconteceu com Eliseu (II Reis 6: 11 a 17)
O Senhor nos guarda com exércitos angelicais.
Quem vive no esconderijo do Altíssimo anula a própria vontade para obedecer a de Deus (Lê Lucas22:42).
 
Esconderijo: Lugar que se esconde
Esconderijo nos faz pensar em um ninho onde os passarinhos estão protegidos pelo pássaro mãe. (Mat. 23: 37) 
Altíssimo: Muito alto, Deus . Demonstra que Ele é maior do que qualquer ameaça ou perigo que venhamos a enfrentar. 
Sombra: luz bloqueada; espaço desprovido de luz; a sombra traz alívio do calor do sol (nuvem).
Quem escreveu este Salmo foi Moisés e ele sabia bem o que estava falando.
No deserto quando a nuvem parava o povo acampava para descansar debaixo da sombra poderosa da nuvem de Deus.
Ali podiam descansar, pois o Senhor velava por eles.
Podiam ficar despreocupados porque a sombra de Deus estava ali. Então não faltava nada para o povo: nem água, nem alimentos, nem roupas, tudo estava debaixo da providência de Deus.
Nem mesmo as enfermidades ou peçonhas do deserto se atreviam a atacar o povo que estava debaixo da nuvem, da sombra.
Ele nos livra de todo perigo espiritual e físico. 
Onipotência é um dos atributos de Deus que significa: cujo poder não há limites. Seu poder vai além da lógica humana.
Onipotente: tem todo poder
Onipresença: está em todo lugar
Onisciente : conhece todas as coisas 
Ele nos faz conhecer seu poder para que possamos desfazer todas as maquinações do inimigo. Nos defendermos e sairmos das tribulações com vitória. (Lucas 10:19)
 


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